As portas da vida

letras soltas

Maria João

Batem à porta da vida
as gargalhadas outrora esquecidas
e pedem licença para ficar
Rabisco palavras
que teimam em sair
não uso borracha
e estou sempre a sorrir
Batem à porta da vida
os sonhos adormecidos
e começam a voar
Percorro com os olhos
as letras de um livro
São histórias vividas
Narradas de amor 
Batem à porta da vida
os medos já vencidos
mas as trancas são tão fortes
que acabam esquecidos
Batem à porta da vida
Os desejos
E as vontades sentidas 
Sequiosos de ficar
Os olhares
O toque de pele 
Abraço de aconchego
Regaço de doçura 
e eu abro a porta
e deixo-os entrar! 

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