10 Paradoxos, enigmas e perplexidades ou a distinção entre o que parece ser e o que é… aqui e agora, em tempos de pandemia.

à primeira segunda do mês

Ana Paula Figueira

  1. Será caricato “bater palmas” aos profissionais de saúde quando eles dizem que apenas desejam material de protecção, reconhecimento das suas carreiras e que os deixem fazer “o seu trabalho”? (LER “Após a morte do primeiro médico português com covid 19 os profissionais de saúde não querem medalhas nem jogos de futebol“);
  2. Será que, em situações limite, deve-se deixar morrer uma pessoa para salvar outra? (LER “Cornavírus em Itália e Espanha: decidir entre quem salvar e quem deixar morrer”);
  3. Será racional confiar nas pessoas que representam as instituições, e nas próprias instituições quando, num curto prazo de tempo, mudam diametralmente de posição? (LER “Os argumentos do parecer que recomendou à DGS o uso de máscaras para todos”);
  4. Será correcto imaginar que tudo voltará a ser igual ao que era antes ou que existe um único caminho para ter sucesso na retoma? (LER “A vida não vai nem pode voltar ao normal de um dia para o outro”“O caminho gradual para a retoma económica”);
  5. Será que iremos assumir “pequenas mudanças” às quais fomos “obrigados “ a aderir em período de confinamento, e que o conjunto de muitas pequenas mudanças, de muitas pessoas, poderá mudar a forma de estar no mundo? (LER “O mundo depois do Covid 19? São estas as 10 tendências”);
  6. Será que os valores e as convicções dos indivíduos irão alterar-se e passar a ter em linha de conta a premissa: “espera o inesperado”? (LER “Um astrofísico e um filósofo à frente da Covid 19”);
  7. Será que as constatações poderão passar a ser vistas como disparates, resultado de uma crescente negação? (LER “Só metade dos portugueses usam máscara quando saem de casa”);
  8. Será que precisamos sempre de uma razão para escolher um modo de actuar? (LER “Covid 19: Reguendos de Monsaraz fecha escolas e creches por precaução, já segunda-feira”);
  9. Será que a onda de solidariedade e de vontade de ajudar a que temos vindo a assistir tem a ver com altruísmo ou antes com a expectativa de uma reciprocidade futura logo, com interesses individuais? (LER “Solidariedade e egoísmo: as duas faces da pandemia”);
  10. Será que as acções desenvolvidas em determinados momentos, nomeadamente no que respeita à situação nos lares e à cultura na generalidade, da iniciativa de certos presidentes de câmara, directores de IPSS’s e agentes culturais, devem ser elogiadas ou acusadas, pela utilização que fizeram (fazem) das variáveis que estão sob o seu controle? (LER “Carta aberta sobre a situação nos lares” e “Pandemia e cultura: a urgência de um pensamento lento”); 

Pode ler ainda: a senhora que se segue: Ana Paula Figueira

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