30 dias tem (…) setembro…

e agora eles

Diogo Veríssimo Guerreiro

Desde os 3 que um ano novo se me inicia amanhã. Desde os 3 que setembro é tempo de começar em novo, principalmente porque é desde os 3 que não deixo a Escola. É isso. Houve quem, da Escola, me tenha dado a (in)feliz coragem de (até ver) não mais deixar a Escola. E se setembro foi quase sempre tempo de rever aquela (minha) gente, de deixar para trás tempos de verões – de emoções, de praias, de campos, e de paixões – setembro também ainda é tempo de conhecer (mais) gente. E será talvez o que me mais me alegra em setembro. As pessoas novas. Claro, porque até as minhas pessoas de sempre chegam novas, sempre carregad(inh)as de estórias de verões – de emoções, de praias, de campos, e de paixões – que me fazem também ser novo e ir neste filme de começar de novo.

Do you remember…? escola nova, livro novo; mochila nova, material novo; carteira nova, lugar novo; roupa nova, colega novo; colega nova, olhar novo; música nova, grupo novo; muita coisa nova, um qualquer coiso novo;

Fazer o quê? Sentar-me no baloiço e – porque (est)a novidade cansa – deixar que o vento me faça sentir que em cada descarga de adrenalina da ida e em cada confiança no desconhecido da volta tudo se resolve à velocidade da luz, mesmo sem saber se a luz, no preciso momento, se acenderá. Fazer o quê? Parar e – porque (est)a novidade cansa – arrumar a cabeça entre os ombros com a certeza de que nada de novo vamos aprender com o que nos foi dado. Fazer o quê? Andar e – porque (est)a novidade cansa – querer que vamos ver com olhos de ver todas as possibilidades, ver com olhos de ver este novo livro em branco, ver com olhos de ver tudo o que neste livro podemos querer escrever, ver com olhos de ver que de verdade querer é poder.  Fazer o quê? Sentar-me no sofá e – porque (est)a novidade cansa – esperar que passe, permitindo-me ir num qualquer son(h)o em que aproveitamos para vir melhor, em que aproveitamos a infindável disponibilidade para aprender com os erros do passado e voltar em completa novidade, aproveitamos para (desta vez) fazer tudo como manda o figurino, porque por ali já vimos que não dá mais.

Portanto, cheio de verões – de emoções, de praias, de campos, e de paixões – wake me up when September ends.

disponível,

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