Michelle Obama

Michelle Obama

Mulheres das nossas vidas

Maria Catarina Cavaco

Michelle Lavaughn Robinson Obama é uma advogada e escritora norte-americana. Nasceu a 17 de janeiro de 1964, em Chicago, onde cresceu, e durante toda a sua vida sentiu na pele o que é ser afrodescendente nos Estados Unidos da América.

A família tem as suas raízes junto aos afro-americanos no período pré-Guerra Civil Americana, sendo que muitos dos seus parentes foram escravos.

Estudou na Universidade de Princeton e em Harvard, e assim que terminou os seus estudos começou a trabalhar em Sidley Austin, onde conheceu o marido, Barack Obama.

Como primeira-dama, Michelle Obama desenvolveu diversos programas no âmbito da Igualdade de Género, enquanto feminista.

Enquanto seu marido desempenhava a sua função, como Presidente dos EUA, Michelle criou o seu próprio legado, como por exemplo:

– A “Let Girls Learn”, uma iniciativa que consiste no investimento feito na educação de meninas adolescentes, conferindo que, por todo o mundo, as que não têm acesso à educação a receba.

– O apoio moral que deu a mulheres Africanas, especialmente em 2014 quando discursou para um grupo de líderes africanos, dizendo-lhes que “nenhum país pode florescer verdadeiramente se sufocar o potencial das mulheres e se se privar das contribuições de metade dos seus cidadãos”.

Michelle é uma mulher de ação, que reconhece todas as mudanças já feitas em prol da liberdade e igualdade das mulheres, mas admite estar “surpresa” pelo tanto que ainda não mudou, apesar do grande esforço.

No seu livro Becoming – A Minha História, Michelle revela as suas principais fragilidades e também alguns medos, e realça especialmente as atividades que a mesma desenvolve junto de mulheres. Acredita que se muda o mundo através da educação.

Michelle Obama é um grande exemplo de resiliência, sendo também muito fiel ao que acredita em todos os aspetos da sua vida. Mais do que uma grande Mulher, é um Grande Ser Humano.

“The world is, sadly, a dangerous place for women and girls,” disse. “And I think young women are tired of it.” (O mundo é, tristemente, um lugar perigoso para mulheres e crianças. E eu acho que as jovens mulheres estão fartas disso).

“There is no limit to what we, as women, can accomplish.” (Não há limite para aquilo que nós, enquanto mulheres, podemos alcançar).

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