Sofia já encontrou o Nemo e agora vai procurar a primavera

excogitações Sofia Sofia||Expoente M Rádio Eu gosto desmesuradamente da Primavera. Também gosto da Carla, da Márcia e da Patrícia, mas de todas a minha preferida é a prima Vera. Gosto desta sensação de desabrochar, das florinhas nos campos verdejantes do por-do-sol alaranjado a fazer o amor com o horizonte, porque linda é a poesia, a … Continuar a ler Sofia já encontrou o Nemo e agora vai procurar a primavera

O voto de Sofia

excogitações Sofia Sofia||Expoente M Rádio Escrevo-lhes estas palavras escarrapachada no meu sofá king size (não é que o sofá seja grande, mas como sou pequenina é king size), com um pijaminha lindo que comprei no natal para usar no primeiro trimestre do ano de trabalho. E umas meias de lã, e mais uma ou outra coisa que deixo … Continuar a ler O voto de Sofia

Boas festas & esses disparates todos

excorgitações Sofia Sofia||Expoente M Rádio Sempre me irritou solenemente (e quando conjugo o verbo irritar e lhe dou solenidade é porque a coisa é séria) aqueles babosos que nos vestem com o olhar e vomitam o boas festas no corpinho todo. Possivelmente estes tipos são os mesmos que enviam fotografias não solicitadas dos pirilaus enrugado, cientes … Continuar a ler Boas festas & esses disparates todos

Dormindo com o inimigo: a alegoria das arsenetes

excorgitações Sofia A expressão gajanetes foi cunhada no léxico político português no curto reinado de pedro santana lopes, quando começou a ser curial a vox populiressabiada referir-se às apoiantes femininas do então primeiro-ministro por santanetes.  Aqui pelo burgo, a expressão começou a divulgar-se com as pulidetes, tendo atingido o apogeu com a vitória eleitoral do paulo … Continuar a ler Dormindo com o inimigo: a alegoria das arsenetes

momentos ao sal 

excorgitações Sofia Vieste. Com um sorriso. Maroto. Ofereceste-me o riso. E sardinhas. Mar azul. água pornograficamente quente. Ceviche e muxama. E regressámos. A dois. Para uma água obscenamente fria. Deste-me a mão. Levaste-me a passear. Fizeste-me rir. Falaste-me do vento norte, como na canção do espadinha. Desligámos a televisão e acendemos as velas. Canela. Sempre … Continuar a ler momentos ao sal 

A Messejana da pós-modernidade

excorgitações Sofia Meus queridos leitores ouvintes, escrevo-lhes (leio-lhes) estas linhas com aproximadamente 75 graus (admito que talvez esteja ligeiramente menos, mas honestamente é a temperatura que sinto), perdida no alentejo. Sim. Tropecei nos saltos, escorreguei na escada, bati várias vezes com a cabeça e quando despertei do coma achei que era uma boa ideia vir … Continuar a ler A Messejana da pós-modernidade

(E) quando uma Mulher sonha nem sempre o mundo pula e avança

excorgitações Sofia Gosto de trilogias e trindades. E outras coisas semelhantes que agora finjo que não me recordo. Pelo que, depois de duas crónicas sobre o nosso amigo corona, segue-se uma terceira, porque, como diz a sapiência popular, não devia haver duas sem uma terceira. Mas hoje faço um  ato público de contrição, uma espécie de … Continuar a ler (E) quando uma Mulher sonha nem sempre o mundo pula e avança