Teresinha Ramos

foto 1Teresinha Manuel Santos Ramos nasceu em Silves no saudoso ano de 1971.

Filha de mãe Algarvia (Silves) e pai alentejano (S. Teotónio/Odemira), desde tenra idade dividiu o tempo entre a paixão pelo Alentejo e pelo algarve, com uma passagem de 4 anos em terras de Africa, País que lhe ficou no coração para sempre e onde espera regressar um dia para reviver a sua infância.

Concluídos os seus estudos secundários na escola secundária de Silves, importava rumar a novas paragens para concretizar o sonho que desde menina a acompanhava.

O caminho a seguir nunca teve duas opções.

Tão só e apenas a certeza de que seria a licenciatura em direito aquela que seria capaz de lhe preencher o gosto pela Justiça e lhe daria a possibilidade de adquirir conhecimentos que lhe permitiriam auxiliar todos aqueles que dela necessitassem, preenchendo em simultâneo o gosto pessoal pelo conhecimento das regras, princípios e filosofias que a justiça pretende alcançar.

A paixão pelo Alentejo viria a fazer com que decidisse que os seus estudos superiores seriam em Beja e não em Lisboa, contrariando assim o que a maioria dos seus colegas fizeram, ou seja, de rumarem à capital para ai concluírem a sua formação superior.

Assim chegou a esta cidade em 1992, tendo concluído a licenciatura em direito no ano de 1997, no extinto Pólo de Beja da Universidade Moderna, tendo ainda concluído em 2000 a parte Escolar do Mestrado na área de ciências Jurídico-Comerciais, na Universidade Católica Portuguesa.

Após a conclusão da sua licenciatura foi convidada a lecionar várias disciplinas de Direito na UM, tendo sido assistente universitária desde 1998 a 2007 e  posteriormente lecionou no IPB de Beja, na disciplina de direito das sucessões.

Nesse hiato temporal concluiu o estágio de advocacia e iniciou em Dezembro de 1999 a difícil mas gratificante profissão de advogada, exercendo a mesma em Beja até aos dias de hoje, onde trabalha no escritório de advogados RRAdvogados.

Divide o seu tempo é passado entre o escritório onde procede ao atendimento dos seus clientes e os diversos tribunais onde exerce a sua profissão, sendo uma paixão de sempre e para sempre e é nessa rotina diária que me sinto feliz e completa.

Um sorriso, uma lágrima de alegria e um obrigado de todos aqueles que procuram a minha ajuda em momentos difíceis da vida, é muito mais compensador do que qualquer outra coisa.

Sinto que sou uma pessoa feliz, de bem comigo própria, bem resolvida nas opções que tomei ao longo da vida e sei aproveitar o lado bom das coisas e aprender com o que não foi bom ou menos bom.

Acho que gente feliz não culpa os outros pelas suas frustrações e cada um de nós deve ser capaz de desenvolver uma inteligência emocional para resolver as nossas próprias questões internas nesta breve passagem terrena.